Tudo para ser bom o filme, mas foi uma decepção. O diretor é do estreante Scott Stewart, membro da companhia de efeitos especiais The Orphanage, habituada a criar os CGIs de filmes de ação como “Duro de Matar 4″ e “Piratas do Caribe 2, peca MUITO na condução da narrativa. Um ponto que errou feio é focar nos dramas pessoais dos personagens secundários e não dar explicações e foco ao que realmente importa, que é anjos querendo destruir a humanidade. As aparições de anjos acontecem, são legais, tem até lutas bem interessantes, mas são poucas cenas. Realmente poucas.
Este é outro ponto fraco. Primeiro, para exterminar a humanidade os anjos usam corpos humanos como recipientes para perpetuar o terror. Coisa já usada na série famosa "Supernatural". Só que no filme usa essa característica pessimamente. Tenta criar cenas fortes ( algumas até são ) porem outras são falsas, patéticas e ofendem a inteligência do espectador.
"Oh não, zumbis ... ops, quer dizer, anjos!"
Realmente é frustrante. Aconselho a assistir, porque tem boas cenas. A luta entre o arcanjo Gabriel e o protagonista, o arcanjo Miguel ( Paul Bettany, o Silas, aquele de cabelo branco/loiro de “O Código Da Vinci”) são bem legais.
Ainda temos alguns outros nomes conhecidos, como Dennis Quaid, Lucas Black (aquele moleque do “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Kevin Durand (de “Wolverine Origins”, “Lost”, e do filme do Robin Hood que ainda está por vir).
Abraços a todos
Filipe Santos
Amo Muito tudo isso

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